Uma carta aberta para as Testemunhas de Jeová e Para a Torre de Vigia (Watchtower)

 

Prezados irmãos,

Como Testemunhas de Jeová e ministros de Cristo, nossa preocupação primária é honrar o nome de Deus e manter-nos sem mancha do mundo. Com esse propósito, a Watchtower nos tem sempre exortado a zelosamente expor o erro e a hipocrisia da cristandade e defender a verdade. Mas, o que devemos fazer se a própria Watchtower se tornar culpada de grande hipocrisia? O que fazer quando nossos irmãos da liderança são aqueles que infielmente desonram o nome de Deus? Então, o que devem fazer as Testemunhas de Jeová? Ainda exporemos a hipocrisia, onde quer que ela exista ou nos calaremos? Estas não são perguntas hipotéticas, meus irmãos, é uma situação com a qual somos agora corretamente confrontados. Como uma das Testemunhas ungidas de Jeová, eu resolvi falar neste momento, a despeito das conseqüências de fazê-lo.

Resumidamente, eis os fatos: Originalmente a Watchtower se candidatou como ONG, em 1991, e foi aceita pelas Nações Unidas em 1992. Mas, o que exatamente é uma ONG? Uma ONG é uma organização reconhecida oficialmente como não-governamental que usa a sua influência para promover as Nações Unidas e seus objetivos. Por aproximadamente 10 anos, a Watchtower serviu secretamente como uma ONG internacional.

Mas, quando o jornal Londrino, Guardian, publicou a estória em outubro de 2001, (anexada) a Watchtower rapidamente cancelou sua inscrição. Depois de um dilúvio de perguntas vindas de fora, a Watchtower divulgou uma declaração ao Guardian e a todas as filiais ao redor do mundo informando que a única razão para ter-se tornado uma ONG foi acessar os recurso da biblioteca da ONU (carta do escritório anexada).

Entretanto, simplesmente não é verdade que a Watchtower tinha que se tornar uma ONG para ter acesso às facilidades da biblioteca das Nações Unidas. De acordo com o Escritório central da Biblioteca Dag Hammarskjöld, antes de 11-09 qualquer pesquisador qualificado ou erudito poderia adquirir um passe temporário pra as facilidades das Nações Unidas. Apenas depois do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 é que a segurança foi restrita ao pessoal da ONU e representantes pré-aprovados das ONG's. Mais ainda, as Nações Unidas mantêm em todo o mundo aproximadamente 400 bibliotecas depositárias, credenciadas, onde informações sobre as muitas agências e programas das Nações Unidas está disponível ao público. As alegações da Watchtower simplesmente não resistem a uma investigação.

A carta da Warchtower aos escritórios também diz: "Os formulários de registro que possuímos em nossos arquivos e que foram preenchidos não contêm declarações que conflitem com a nossa fé."

Isso também parece ser decepcionante. Segundo o DIP (Departamento de Informação Pública) das Nações Unidas, as ONG's candidatas são cuidadosamente escrutinadas e precisam atender ao critério estabelecido a fim de serem aprovadas. Segundo às respostas às questões que as Testemunhas de Jeová deram ao DIP, a Watchtower foi aceita como uma ONG porque voluntariamente concordou em apoiar as Nações Unidas. Eis o que eles dizem em parte: "Por aceitar a associação com o DPI, a Organização concordou em atender ao critério de associação, inclusive apoiar e respeitar os princípios e compromissos da Carta das Nações Unidas, e concordou em divulgar entre seus membros e outros, programas de efetivos informação sobre as atividades das Nações Unidas." (anexada a resposta das Nações Unidas; disponível na Internet).

Também se exige que as ONG, anualmente, encaminhem ao DIP provas de que estão de fato informando o público sobre os muitos programas das Nações Unidas. Fez isso a Watchtower? Sim eles fizeram. A Sociedade escreveu artigos especialmente com este objetivo.

Por exemplo, a revista Despertai! De 22 de novembro de 1998 se dedicou a louvar a Declaração de Direitos Humanos das Nações Unidas no 50º aniversário de sua assinatura. As Nações Unidas até mesmo cita esta Despertai! específica em seu "website". (Veja também os comentários anexados do Fórum de Política Global).

Outro exemplo é o número de A Sentinela de 1º de outubro de 1995, que tinha um artigo louvando a ONU no 50º aniversário de sua fundação em 1945. Outro exemplo para sua referência é o número da Despertai! de 8 de dezembro de 2000 que elogia a agência das Nações Unidas chamada UNICEF. Uma verificação o CD-ROM da Sociedade revela que, durante o período ONG que vai de 1992 - 2001, houve mais referências às Nações Unidas na revista Despertai! Do que ao Reino de Deus. De fato, muitas das referências são inócuas, mas a obrigação primária da Watchtower como ONG oficial, meramente exigia que ela disseminasse a informação-não importando quão branda ela fosse.

Portanto é evidente que a Watchtower fez um esforço sutil, mas deliberado, de "divulgar entre seus membros e outros, programas de informação efetivos sobre as atividades das Nações Unidas", conforme exigido de todas as ONGs reconhecidas. Se não o tivesse feito, sem dúvida, a Sociedade teria sido desqualificada para manter o status de ONG.

Mais ainda, A Watchtower sabia muito bem que outras instituições a reconheciam como uma ONG operativa. Como sabemos? Em outubro de 2000, a Watchtower participou do que é conhecido como o Fórum Vilnius Internacional do Holocausto. A Watchtower é listada no programa junto com numerosas outras ONGs internacionais. O irmão James Pellechia representou a Watchtower no fórum. ("Link" para o fórum Vilnius: role a tela para baixo, a WT está listada no final).

Parece também que, em outubro de 1999, o governo australiano fez uma consulta com o objetivo de fomentar maior cooperação entre o governo e as ONG's. Dói representantes oficiais da Watchtower estiveram presentes o Comitê de Assuntos Estrangeiros junto comrepresentantes de ONGs das fés judaica, islâmica e ortodoxa.

Entretanto, a carta aos escritórios da Watchtower dizia: "Mesmo assim, o Critério para a Associação das ONGs - pelo menos em sua mais recente versão - contém termos os quais não podemos aceitar. Quando descobrimos isso, imediatamente retiramos o nosso registro. Somos gratos por tal assunto ter sido trazido à nossa atenção".

Mas, visto que a Watchtower participou tando do fórum do Holocausto Vilnius e da reunião na Austrália como uma ONG internacional, e que os irmãos, ano após ano registravam e submetiam amostras de seu trabalho ao DIP da ONU muito antes deste "assunto ter sido trazido à... atenção [deles]", não se pode chegar a outra conclusão que não seja a de que a declaração de Betel aos escritórios é uma deslavada mentira.

Os irmãos responsáveis têm que ter tido conhecimento durante todo este tempo do que era exigido das ONG's e eles foram diligentes em atender à ONU. Obviamente, eles só retiraram o seu registro e criaram essas mentiras quando foram expostos pelo artigo do Guardian e mesmo tendo terminado a associação como ONG, a mentira permaneceu.

Alguns irmãos podem estar inclinados a minimizar o caso da ONG da Watchtower como de pouca importância. Entretanto, faremos bem em refletir sobre o caminho de integridade que as Testemunhas de Jeová em Malaui seguiram lá nos anos 1970. Como vocês devem se lembrar, o governo de Malaui, exigia que todos os seus cidadãos comprassem um cartão político de 25 centavos. Entretanto, as Testemunhas de jeo´va, se recusaram firmemente a fazer isso porque entendiam como uam violação de sua neutralidade política. Como resultado, o presidente Banda, praticamente suspendeu seus direitos civis e os irmãos e as irmãs foram submetidos a violentos ataques onde muitos perderam suas vidas. Irmãos perderam seu trabalho, seus negócios e seus lares. Nossas irmãs foram violentadas por gangues. Muitos dos amigos foram obrigados a fugir do país e a viver em campos de refugiados. Mesmo assim, sua firmeza a favor do reino de Jeová é uma inspiração para todas as Testemunhas de Jeová hoje.

A Watchtower, por outro lado, traiu a Jeová e a todas as Testemunhas de Jeová. Eles não foram sequer ameaçados como o foram nossos irmãos de Malaui, mesmo assim persistiram no seu propósito de assinar um acordo com as Nações Unidas; concedendo seu apoio e cooperação a um organismo que devemos reconhecer como uma mera imitação do reino de Deus. Não só isso, mas Betel ludibriou milhões de publicadores e pioneiros inocentes levando-os a disseminar propaganda pro-ONU junto ao público.Como resultado, a inteira organização ficou comprometida aos olhos de Deus. Esta não é uma acusação frívola dos opositores, como alega a Watchtower.

A questão é: uma vez que Jeová considerou um ato de apostasia quando o antigo Israel e Judá fizeram alianças comprometedoras com as nações em volta, o que deve pensar Deus da situação atual? Não nos ensina a Watchtower que Jeová disciplinou sua organização lá nos idos de 1918-9 por algumas indiscrições e alguns comprometimentos? Por outro lado o caso da ONG da Watchtower e seu mentiroso encobrimento é muito mais lamentável do que os relativamente simples compromissos do passado. Por que devemos supor que Jeová simplesmente desconsdiderará nossa infidelidade atual? Sabemos que Jeová é bondoso e misericordioso, mas a regra da lei é que "de nenhum modo ele deixará de punir".

Talvez as palavras de Jeová a Jeremias descrevam precisamente nosso estado espiritual atual: "Até mesmo a cegonha nos céus - ela conhece bem seus tempos designados; e a rola, e o andorinhão, e o bulbul - eles observam bem o tempo da entrada de cada um. Quanto ao meu povo, porém, não vieram a conhecer o julgamento de Jeová".

O problema real é que supusemos erradamente que Cristo iniciou o julgamento sobre a casa de Deus lá em 1918. Como uma connseqüencia deste erro, não encontramos nenhumabase nas escrituras para antecipar qualquer inspeção futura do templo. Entretanto, veja o texto do ano para 2004. Cristo diz a seus escravos ungidos: "Mantende-vos vigilantes" para a vinda repentina, semelhante ao ladrão, do Mestre. Obviamente é então que começa o julgamento sobre a casa dos escravos ungidos. Razoavelmente, também, é então que "ele o designará sobre todos os seus bens".

Sendo este o caso, significa que uma escravo mau ainda tem autoridade junto com o escravo fiel dentro da casa ungida de Deus. Certamente, a influência de um escravo infiel dentro de Betel é a única explicação plausível para a abjeta infidelidade da Watchtower no caso ONG. Em vista do acima, devemos considerara aplicação de Jeremias 5:26 à nossa presente situação. Lemos ali: "Pois entre o meu povo foram encontrados homens iníquos. Estão espreitando como quando os passarinheiros se agacham. Armaram uma [armadilha] ruinosa. É a homens que eles capturam".

Temos estado cegos. Não importa que Jeová coloque a algo incômoda pergunta no 42° capítulo de Isaías, às suas testemunhas: "Quem é cego, se não o meu servo, e quem é surdo como o meu mensageiro a quem envio? Quem é cego como o recompensado, ou cego como o servo de Jeová? O caso era de se verem muitas coisas, mas não ficaste vigiando. O caso era de se abrirem os ouvidos, mas não ficaste escutando".

Jeová ordena ao seu vigia: "Clama à plena garganta; não te refreies. Eleva a tua voz qual buzina e informa meu povo sobre a sua revolta e a casa de Jacó sobre os seus pecados" (Isaías 58:1).

Ironicamente o comentários de Isaías da Watchtower sobre esses versículos diz: "Que excelente exemplo de perseverança Isaías é para as hodiernas Testemunhas de Jeová, que também estão comissionadas a pregar a Palavra de Deus e a expor a hipocrisia religiosa!" Mas quando Jeová comissionou Isaías a expor os pecados daqueles a quem Deus chamou de "meu povo", por que supomos que se aplica à Cristandade e não à nossa própria casa?

Se, zelosamente apontamos o dedo para a hipocrisia da cristandade, não deveríamos ser ainda mais zelosos em expor a hipocrisia religiosa entre as Testemunhas de Jeová, uma vez que representamos a Jeová Deus? Fazer menos do que isso é compartilharmos da hipocrisia.

Muitas das Testemunhas de Jeová têm tropeçado por causa da hipocrisia da Watchtower quanto a este assunto. Alguns anciãos que tomaram conhecimento da crise ONG têm diminuído o passo decepcionados. Publicadores incomodados quanto ao assunto e que comentaram a respeito com outros irmãos e irmãs, se vêm acusados de apostasia por anciãos incrédulos. A Watchtower colocou os anciãos na nada invejável posição de desassociarem Testemunhas de Jeová da congregação por meramente falarem a verdade sobre a hipocrisia da Watchtower. Quão trágico!

Considerando essa situação perturbadora e o vitupério que ela já causou ao nome de Jeová, eu insto com vocês para que dê a esse assunto sua imediata atenção. Esteja certo de que a verdade virá à tona de qualquer modo; de um ou outro modo (Ecl. 12:14) Portanto insto com vocês, quais anciãos e co-testemunhas a se posicionar individualmente a favor da verdade e da justiça. Confio que vocês farão o correto e que discutirão este assunto com o corpo local de anciãos e com os superintendentes de circuito e de distrito.

Sinceramente, uma das Testemunhas de Jeová

Assinado: O nome verdadeiro é fornecido na cópia da carta

Esta carta faz parte de uma campanha global: Para mais informações vá para www.e.watchman.com

Adendo não acrescentado à cópia impressa da carta:

As perseguições das Testemunhas de Jeová na ex-nação soviética da Geórgia são bem conhecidas. Num esforço de aliviara situação e de ganhar reconhecimento legal, em 1998 a Watchtower registrou duas associações na Geórgia. Uma foi chamada de União das Testemunhas de Jeová e a outra uma representação da Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania (USA). Aparentemente, entretanto, o governo da Geórgia não registra organizações religiosas. Portanto dando um 'jeitinho', a Watchtower registrou as duas organizações como ONGs.

Então, em fevereiro de 2001, a Suprema Corte da Geórgia revogou o registro como ONG da União das Testemunhas de Jeová e a representação da Watchtower Bible and Tract Society of Pennsylvania. O texto a seguir é uma citação tirada do "website" ecoi.net. (navegue até o terceiro subtítulo).

"Recentemente, tem ocorrido tensão na esfera religiosa principalmente porque parte dos crentes Ortodoxos Cristãos estão sendo jogados contra as Testemunhas de Jeová. Em 22 de fevereiro de 2001, depoisde uma longa avaliação, nas cortes distrital e regional, a Suprema Corte da Geórgia finalmente satisfez ao pedido do representante d Parlamento da Geórgia, Guram Sharadze, ao anular o registro de duas ONG's solicitados pelas Testemunhas de Jeová ( a União das Testemunhas de Jeová e a representação da Watchtower Bible and Tract Society in Pennsylvania. Elas foram registradas em 1998 corte distrital Isan de Tblilisi. Deve-se esclarecer que foram registrados como ONG's porque na ausêncuia de uma lei sobre organizações religiosas, esta foi a única possibilidade que lhes foi deixada para se tornarem uma pessoa jutídica. O Representante Sharadze estrá convencido que as comunidades religiosas não podem ser registradas como ONG's."

Eis aqui onde a coisa toda fica um tanto ou quanto obscura: Ao apelar da decisão da corte, a Watchtower também aparece nos registros como, em princípio, não se registrando como ONG. Eis um trecho tirado do "web site" da OSCE relatando a situação na Geórgia: "A restrição à liberdade religiosa é enfatizada pela decisão da Suprema Corte da Geórgia tomada em 22 de fevereiro de 2001 para revogar o registro da União das Testemunhas de Jeová e a Representação da Watch Tower Bible and Tract Society od Pennsylvania, USA. Na ausência de uma lei para registro de grupos religiosos, as Testemunhas de Jeová não podem ser registradas oficialmente, Por princípio, as Testemunhas de Jeová se recusaram, então, ser registradas como ONG".

Aparentemente, a Watchtower originalmente se registrou como ONG e mais tarde, durante o processo de apelação, declinou de novamente se registrar - "por princípio".

Interessantemente, no texto da apelação da Watchtower, no terceiro parágrafo, sob o 2° ponto, a Watchtower declara: "Além do mais, a Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania, além de ser oficialmente reconhecida pelo Departamento de Coordenação Para Ajuda Humanitária Internacional…"

Deve-se notar que o Departamento de Coordenação Para Ajuda Humanitária Internacional é uma das muitas agências das Nações Unidas. Sem dúvida, ter sido a Watchtower "reconhecida oficialmente" pelo OCHA se deveu, em grande escala, a ela estar registrada como uma ONG dos direitos humanos.

Uma coisa, portanto, deve ficar clara: A Watchtower esteve muito mais envolvida como uma ONG do que meramente utilizando as facilidades da biblioteca da ONU.

Atualização de 28/03/2004

Pesquisa adicional nos arquivos de documentos das Nações Unidas revelou outras ONG's aparentemente estabelecida sob a proteção da primeira ONG da Watchtower Society. Em maio de 1999, a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas teve sua conferência anual em Genebra. Entre as muitas organizações governamentais e não-governamentais presentes, estavam 3 ONG's representando as Testemunhas de Jeová. Uma ONG chamava-se Associação das Testemunhas de Jeová, a outra se chamava Associação Européia das Testemunhas de Jeová Para a Proteção da Liberdade Religiosa e uma terceira ONG foi simplesmente denominada Testemunhas de Jeová na Rússia. A seguir está o contexto no qual as ONG's da Watchtower estão listadas. Esta informação pode ser confirmada clicando neste "link". (Role para baixo até o décimo artigo, que lista as organizações não-governamentais representadas pelos observadores).

10. As seguintes outras organizações não-governamentais foram representadas por observadores: Adalah-Legal Center for Arab Minority Rights in Israel, African Americans in the United States of America, African Bureau of Educational Sciences, African Indigenous and Minority Peoples Organization, Ahmadiyya Muslim Association, American Friends Service Committee, Arab Association for Human Rights, Association culturelle berbere, Association of Jehovah's Witnesses, Association of Western Thrace Minority Graduates, Assyrian Universal Alliance, Bahrain Human Rights Organization, Black Reparations Commission, Canadian-Egyptian Organization for Human Rights, Centre for the Advancement of Women, Centre for the Coordination of Non-Governmental Tribal Development Organizations, Centre for Documentation and Information in Europe, Centre for Human, Civil and Autonomous Rights, Centre for International and Comparative Law, Centre for the Protection of Minorities and Against Racism and Discrimination in Bhutan, Centro de Derechos Humanos, Ciudadanos y Autonómicos, Christian Solidarity Worldwide, Delhi Forum-Banjara People, Democratic Alliance of Hungarians in Romania, Droit des minorités indigènes au Cameroon, Espacio Afroamericano, European Association of Jehovah's Witnesses for the Protection of Religious Freedom, European Centre for Minority Issues, Fafan Development Organization, Ford Foundation, High Commissioner Consultant for Minority Groups in San Andreas, Human Rights Alliance, Human Rights Commission of Northern Ireland, Human Rights Committee-World Wide Ahmadiyya Muslim Community, Human Rights Defence Group, Indo-American Kashmir Forum, Indo-Canadian Kashmir Forum, Indo-European Kashmir Forum, Jehovah's Witnesses in Russia, Kurdish Human Rights Project, Kurdish Reconstruction Organization, Legal Centre for Arab Minority in Israel, Legal Information Centre for Human Rights, Ligua Pro Europa, Macedonian Human Rights Movement in Greece, Macedonian Human Rights Movement of Canada, Mécs Laszlo Association, Mejlis of the Crimean Tatar People, Million Youth March Organisation, Minelres, Movement for the Survival of the Ogoni People, National Commission for Minorities, National Commission for Reparations, N'COBRA-The National Coalition of Blacks for Reparations in America, National Movement for the Human Rights of the Afro-Colombian Communities-Cimarron, National Society for Human Rights of Namibia, Pan African International Nationalist Movement, Proceso de Comunidades Negras de Colombia, Rescue Ethiopian Pastoralists, Research and Support of the Indigenous Peoples of the Crimea Foundation, Romani Centre for Social Intervention and Study, Romanian Institute for Human Rights, Sikh Human Rights Group, Solai Program, Southern Cameroon Peoples' Conference, Summer Institute of Linguistics, Swiss Federal Commission against Racism, Uganda Land Alliance, Universal Defender of Democracy, Unrepresented Nations and Peoples Organisation, Vedika-National Campaign on Dalit Human Rights, Western Thrace Turkish Muslim Minority in Greece, World Federation of Hungarians and Zentralrat Deutscher Roma und Sinti.


Para indicar o grau de cegueira e o grau da hipocrisia da Watchtower, segue um excerto do artigo de A Sentinela, escrito lá em 1991, intitulado "O Refúgio Deles - Uma Mentira!". Infelizmente, ao condenar expressamente a cristandade da mesma coisa que as Testemunhas de Jeová são agora culpadas, a Watchtower, inadvertidamente, pronunciou o julgamento condenatório de Jeová sobre a inteira Organização. De fato, somos muito mais culpados perante Deus porque, como mostra o artigo, a cristandade não usa o nome de Deus. Entretanto, nós usamos! E porque estamos associados ao nome sagrado de Jeová, a Watchtower trouxe um tremendo vitupério sobre Jeová. Podemos, portanto, esperar o avassalador retorno da indignação de Jeová, para varrer para longe a auto-justa ilusão das Testemunhas de Jeová.

*** w91 1/6 pp. 16-17 O refúgio deles - uma mentira! ***

Nota da administração do site:
Por respeito ao "copyright" da Editora das Testemunhas de Jeová, deixamos de reproduzir aqui o texto tirado dos parágrafos 8 a 11 do artigo de A Sentinela citado no original. O original, em inglês, reproduz o texto na íntegra.

No 11° parágrafo, a Watchtower condena a igreja católica por ter "nada menos do que vinte e quatro organizações católicas representadas nas Nações Unidas" (sem dúvida registradas como ONG's). Entretanto, menos de dez anos depois desse artigo ter sido escrito, a Watchtower tinha pelo menos seis organizações registradas como ONG's! Quem sabe quantas ainda virão à luz?


Gepubliceerd op: 20 Maart 2004